NOTICIAS GOSPEL PRIME

23/09/2018

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Os judeus que se organizaram em torno dos planos de reconstrução do Templo de Jerusalém estão comemorando o nascimento da primeira novilha vermelha adequada para o ritual de purificação dos judeus, sem manchas ou pelos de cores diferentes.

A novilha nasceu em Israel em uma fazenda sob os cuidados do Instituto do Templo, que ao longo dos últimos anos se dedicou a preparar todos os itens necessários para o ritual. Faltava apenas o animal, que nasceu de um programa veterinário dedicado a esse fim.

No versículo 2 do capítulo 19 do livro bíblico de Números, a novilha vermelha é citada como necessário para o sacrifício: “Este é o estatuto da lei, que o Senhor ordenou, dizendo: Dize aos filhos de Israel que te tragam uma novilha ruiva, que não tenha defeito, e sobre a qual não tenha sido posto jugo”.

Em quase mil anos, durante o tempo em que o primeiro e o segundo templos em Jerusalém estavam de pé, apenas nove animais com essas características foram encontrados e usados no ritual. Para muitos judeus, dada a raridade dos animais, a décima só surgiria quando o Messias estivesse à frente do povo, segundo informações do Breaking Israel News.

Devido às leis que restringem a importação de gado vivo para Israel, o Instituto do Templo importou embriões congelados de bois da raça red angus, implantando-os em vacas domésticas israelenses. As vacas prenhes foram criadas em fazendas de gado em diferentes locais do país. As vacas estão dando à luz nesta estação, com vários bezerros já nascidos.

Uma semana depois do nascimento, a novilha recém-nascida foi certificada por uma junta de rabinos como cumprindo todos os requisitos bíblicos. Os rabinos enfatizavam que a novilha poderia, a qualquer momento, adquirir uma mancha que a tornasse inadequada. Eles estarão inspecionando o bezerro periodicamente para verificar sua condição.

A novilha vermelha foi o principal componente do processo de purificação ritual da impureza da religião judaica, que resulta da proximidade ou do contato com um corpo morto. Porque os elementos necessários para esta cerimônia têm faltado desde a destruição do Segundo Templo, todos os judeus hoje são considerados ritualmente impuros, impedindo assim o retorno do culto no Templo.

Ao longo dos últimos anos, várias novilhas foram encontradas e, numa primeira análise, pareciam se qualificar, mas, em última análise, eram impróprias para o ritual. No início deste mês, dois bezerros nascidos em Israel no programa de criação do Instituto do Templo foram considerados inadequados para o cumprimento da mitzvah. Um dos bezerros era um touro, enquanto o segundo, uma novilha, tinha um pequeno pedaço de pelo branco que a desqualificava, informou o portal Breaking Israel News.

Em 2017, um rabino encontrou uma novilha vermelha na Califórnia e se espantou, por sempre ter ouvido a respeito da raridade do animal. Benny Hershcovich, no entanto, disse que sentiu-se desqualificado para determinar se esta novilha, particularmente, cumpriria os requisitos da Torá. “Independentemente de seu status, apenas o fato de ver algo que era parte integrante do Templo e da história judaica, já foi realmente magnífico. Fiquei simplesmente ‘hipnotizado’ ao ver essa novilha”, afirmou na ocasião.

Confira o vídeo divulgado pelo Instituto do Templo de Israel:


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Profecias

Para os judeus, somente a construção do Terceiro Templo poderia restabelecer a condição de adoração perfeita a Deus, mas para isso, alguns rituais da religião tem que ser cumpridos. E um dos principais, a purificação dos sacerdotes, não pode ser feita sem as cinzas de uma novilha vermelha, conforme descrito no livro de Números.

Os líderes judeus vivem atentos a alguns sinais que, dentro de sua tradição, significaria o surgimento do Messias, uma vez que eles não reconhecem Jesus como o Filho de Deus. O nascimento de uma novilha vermelha fez a comunidade judaica – e também os cristãos – especularem sobre o início do fim dos tempos.

Em 2014, outra novilha vermelha havia nascido em Israel, fato que não era registrado desde o ano 70 d. C., com o animal sem defeitos, conforme exige o texto sagrado. A raridade do animal fez com que os envolvidos a transportassem para os Estados Unidos, para ser criada em segurança.

“O papel do Terceiro Templo para toda a humanidade traz a visão messiânica do futuro: o chamado para viver uma vida eterna, liberado da farsa e da infelicidade que é a condição atual de tantas pessoas. A ordenança divina da novilha, que está além do alcance frágil do intelecto humano, com todos os detalhes de sua preparação e cerimônia, chama a Israel e a todos os que procuram agarrar-se a Palavra Viva do Deus de Israel: purifiquem-se”, dizia um trecho do comunicado do Instituto à época.

Em outras situações, animais que carregavam a mesma expectativa, foram mortos por judeus que temiam que a realização dos rituais acirrassem os ânimos com os palestinos, afinal, o Terceiro Templo teria que ser construído em Jerusalém, cidade que hoje tem seu território dividido com muçulmanos e cristãos, no local onde hoje está edificada a mesquita Al-Aqsa, conhecida como Cúpula da Rocha.

A construção do Terceiro Templo é descrita no Apocalipse como um dos eventos que caracterização o reinado do anticristo, já na Grande Tribulação, após o arrebatamento da Igreja de Cristo, de acordo com uma das linhas interpretativas do texto sagrado.

NOTICIAS GOSPEL

23/09/2018

Ludmila Ferber faz dueto com Fernanda Brum na música ‘Nas Mãos do Oleiro’

TIAGO CHAGAS3 SEMANAS AGO

As cantoras e pastoras Ludmila Ferber e Fernanda Brum gravaram um dueto de uma música inédita que fará parte de um álbum inédito da convalescente artista evangélica, que vem lutando contra um câncer. 

As cantoras e pastoras Ludmila Ferber e Fernanda Brum gravaram um dueto de uma música inédita que fará parte de um álbum inédito da convalescente artista evangélica, que vem lutando contra um câncer de pulmão desde o primeiro semestre deste ano e tem compartilhado sua jornada com seus seguidores nas redes sociais.

A música escolhida para o dueto chama-se Nas Mãos do Oleiro, e foi composta pela própria Ludmila Ferber: “Chamei a Fernanda para participar da música porque significa demais para mim. Fernanda é uma mulher moldável nas mãos de Deus, de caráter firme, de personalidade forte, mas uma grande mãe espiritual, um doce de pessoa e se conecta muito bem com a realidade do que a letra dessa canção diz”, explicou a pastora.

O contexto da música está exposto na letra, que fala sobre o reconhecimento de que o cristão depende de Deus: “A gente tem que confiar que a força das mãos do oleiro não vai nos oprimir, não vai nos destruir. As mãos do oleiro vão nos moldar”, conceituou Ludmila.

Sobre seu atual momento, Ludmila Ferber garantiu que sua força é resultado da presença de Deus: “Quem olha para nós só vê força, muitas vezes, mas não sabe que por trás disso nós temos um lugar muito frequente de estar, que é a casa do oleiro. É ali que está o descanso da nossa vida, nas mãos d’Ele. E são as mesmas mãos que tratam conosco e que nos moldam do jeito que Ele sabe que é o ideal para a gente ser”, declarou.Já Fernanda Brum explicou que recebeu o convite com alegria e honra: “Essa música foi escolhida pelo Espírito Santo. E como ela é profeta, tinha que ser essa canção. Eu me senti ministrada e também muito impactada, além de direcionada, como sempre, pela composição da pastora Ludmila. Ser escolhida, ainda mais neste momento da vida dela, para mim é uma honra. Ela é um general da fé e eu sei que vai vencer essa batalha”, declarou ao portal Pleno News.

CIÊNCIA E SAÚDE

23/09/2018

'Passei dez anos escondendo que sofro de psicose'

Luke Watkins teve a primeira crise aos 12 anos. A estratégia que escolheu foi a do silêncio. Os pais achavam que ele era uma criança quieta, mas a psicose foi piorando ao longo dos anos.

BBCLuke Watkin estava na escola, sozinho no corredor, quando ouviu um barulho estranho pela primeira vez.

"Ouvi um barulho que pareceu o freio de um trem, seguido por um ruído de metal. Era algo completamente fora do comum. Foi um choque, algo que eu não pude entender e processar", diz.
"Essa experiência foi aterrorizante."

Aquele foi o primeiro contato de Luke com um problema chamado psicose. Ele tinha 12 anos.

Luke conta que, de ouvir barulhos, passou a escutar palavras, o seu nome e, eventualmente, frases inteiras. "Como se alguém estivesse tentando falar comigo."

Os principais sintomas de psicose são alucinações e delírios. O problema pode ser causado por uma doença mental específica, como esquizofrenia, distúrbio bipolar e depressão severa.

A psicose também pode ser desencadeada por uma experiência traumática, estresse, drogas, álcool, ser efeito colateral de uma medicação ou sintoma de um tumor cerebral.

A importância de um diagnóstico precoce

Embora não seja tão comum como depressão, afetando menos de uma pessoa a cada 100, os especialistas dizem que é importante reconhecer os sintomas da psicose cedo, para que o tratamento seja mais eficaz.

Pessoas com psicose têm mais risco de ferir a si mesmas ou cometer suicídio. A ONG Rethink Mental Ilness (Repensando a Doença Mental, em português) fez um levantamento com 4 mil pessoas e descobriu que mais da metade acreditava que não seria capaz de reconhecer os primeiros sintomas desse problema.

A preocupação é que a falta de informações generalizada faça com que jovens não procurem ajuda cedo – os primeiros episódios de psicose costumam ocorrer entre as idades de 18 e 24 anos.

Sintomas da psicose Luke tentou conversar com um professor na época da primeira crise. "Fizeram eu sentir que se tratava de algo sobre o qual eu não deveria falar."

Então, ele decidiu "ser forte, ignorar o que estava acontecendo e seguir em frente".

Luke não falou mais sobre o caso até abandonar a universidade, no terceiro ano. Ele diz que era difícil para a sua família identificar o que estava realmente acontecendo.

"Eles achavam que eu estava muito quieto, porque era a forma que eu encontrei para lidar (com o problema). Eu me escondia no meu quarto, ou focava em alguma outra coisa e tentava ficar longe das pessoas. Meus pais acharam que eu era assim, uma criança quieta."

Mas, na universidade, ele passou a não conseguir esconder a psicose em meio à vida universitária. Luke trancou os estudos e, pouco depois, perdeu contato com a família, que não foi informada de que ele havia deixado a faculdade.

"Quando chegou ao pior estágio da minha doença mental eu desapareci", conta.

"Depois de sumir, ficou claro para a minha família que algo estava errado. Eles, então, perceberam que eu não estava frequentando a universidade. Esse foi o primeiro passo para que procurasse ajuda. Eles me questionaram e foram muito compreensivos e carinhosos."

O tratamento

É recomendável que qualquer pessoa que esteja vivenciando sintomas de psicose procure um médico imediatamente. O tratamento envolve uma combinação de medicamentos para controlar a doença, terapias psicológicas e apoio familiar.

"Hoje em dia, se eu estou tendo um dia ruim não consigo evitar contar isso para todo mundo. É uma mentalidade completamente diferente da que eu tinha antes, quando eu tinha medo de falar sobre o assunto."

Agora, Luke tem 26 anos e está ajudando no apoio a jovens que passam pelo mesmo problema. Ele afirma ver uma mudança na forma como as pessoas encaram a psicose.

"Eu acho que a cada dia as pessoas sentem menos a necessidade de esconder a psicose. É muito mais fácil falar sobre o assunto do que tratá-lo como um tabu. (A psicose) é algo que simplesmente acontece com as pessoas."

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